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Aventura

Fazendas

Fazenda Taperinha

Situada 80 km a leste de Santarém, é acessível por via fluvial. De Santarém, navega-se pelo rio Tapajós até à entrada do Lago Maicá, percorrendo toda a extensão até chegar no Paraná Ayayá, onde a fazenda está situada.
Recanto natural e monumento histórico-científico, a fazenda pertenceu ao Barão de Santarém, Antônio Pinto Guimarães, no século XIX, que tomou como sócio o imigrante americano Romulus J. Rhome. Sob a administração do Sr. Rhome, que passou a residir no local com sua família, a propriedade progrediu significativamente, destacando-se dentre as existentes no município. Fronteira à casa ficava o engenho, com moinhos movidos a vapor, novidade na época. Foi na Taperinha que se construiu o primeiro barco a vapor na Amazônia, que recebeu o mesmo nome da Fazenda.
O Sr. Rhome se dedicou a fazer pesquisas arqueológicas e, ao que se sabe, foi o primeiro a interessar-se por esse tipo de atividade em Santarém. Ele colecionava as estranhas figuras de barro que encontrava ou mandava desenterrar no sítio, como cabeças de urubu, galos com crista e barbela, machados de pedra, etc., e várias urnas exoticamente ornamentadas que continham ossos humanos calcinados. A coleção Rhome foi incorporada ao Museu do Rio de Janeiro, por intermédio do professor americano Charles Frederic Hartt que percorreu a região em viagens de estudo.
Em 1882, morre o Barão de Santarém. No ano seguinte a sociedade entre o Barão e o Sr. Rhome é desfeita, sendo que os herdeiros do Barão ficaram com o domínio da metade do engenho que pertencia ao Sr. Rhome, bem como os escravos da propriedade.
No ano de 1917 veio se estabelecer na propriedade o cientista alemão Godofredo Hagmann, onde instalou e administrou, juntamente com sua esposa Júlia Hagmann e, posteriormente, por sua filha Érica, a primeira estação meteorológica da Amazônia, cujo funcionamento se estendeu até a década de 70. À casa principal, com grandes salas, quartos e cozinha, o Sr. Hagmann anexou uma biblioteca.
Os sambaquis encontrados no local são bastante extensos e apresentam até 6,5m de espessura. Associadas aos depósitos de sambaquis ocorrem peças de cerâmica, cuja datação, efetuada pela pesquisadora Ana C. Roosevelt, do Field Museum of Chicago, revelou idades aproximadas de 8.000 anos, constituindo-se em uma das mais importantes descobertas arqueológicas da Amazônia, uma vez que representa a cerâmica mais antiga já encontrada nas Américas.
A propriedade pertence hoje aos descendentes do Sr. Hagmann.

Mirantes e Trilhas

Praça Mirante do Tapajós

Antiga Fortaleza do Tapajós, localiza-se em uma colina no centro da cidade,. A construção da Fortaleza, que deveria evitar a invasão de possíveis inimigos, teve seu início em 1693 pelo português Francisco da Costa Galvão. Com a morte de Galvão, as obras prosseguiram sob o comando de seu filho Manoel da Mota de Siqueira, sendo que sua inauguração ocorreu em 1697, embora não estivesse definitivamente concluída. Após várias restaurações, a última tentativa de recuperação do forte deu-se em 1867, ocasião em que o governo imperial enviou seis peças de artilharia, calibre 6, para serem instaladas no local. Como os trabalhos não foram concluídos, as peças permaneceram, por quase um século, no leito da atual rua Galdino Veloso. Atualmente, dois canhões encontram-se na Praça do Centenário, dois no Aeroporto e dois na Sede da Sudam. Hoje não é possível ver qualquer traço remanescente da Fortaleza, entretanto a praça representa um marco histórico importante de nosso município, além de propiciar uma visão privilegiada do encontro das águas. Junto à praça, encontra-se ainda o Colégio Frei Ambrósio, em que funciona a Instituição Educacional mais antiga da cidade, fundada em 03 de maio de 1900.

Serra de Piquiatuba

Com 158 metros de altura, localiza-se ao sul da cidade, estabelecendo uma delimitação física entre a área urbana e a zona rural do planalto. No alto desta serra fica instalado o 8º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro e o seu núcleo residencial militar. O acesso é através da BR 163 (Rodovia que liga Santarém/PA a Cuiabá/MT) em seu trecho com revestimento asfáltico e sinalização. Do mirante tem-se uma vista aérea parcial da cidade.

Reservas

Área de Proteção Ambiental – Apa Alter-do-Chão

A APA Alter-do-chão foi criada pelo Decreto Lei Nº 17.771 de 02 de Julho de 2003 e compreende uma área de 16.180 ha. É parte integrante da Gleba Mojuí dos Campos com o seguinte memorial descritivo: o limite sul coincide com a divisa entre os Municípios de Santarém e Belterra, partindo do ponto PD-10, situado às margens do lago Jurutuí, à foz do igarapé Jurutuí de coordenadas geográficas aproximadas: latitude 02º32’58”S e logintude 54º58’08”Wgr e no limite norte coincide com à margem direita do rio Tapajós no ponto PD -01, de coordenadas geográficas aproximadas: latitude 02º32’58”S e longitude 54º58’08” Wgr, totalizando um perímetro aproximado de 67.393,10m.
A Área de Proteção Ambiental de Alter-do-Chão tem por objetivo ordenar a ocupação das terras de modo a promover a proteção da diversidade biológica, dos recursos hídricos, do patrimônio natural, com vistas a assegurar o caráter sustentável da ação antrópica na região.

Bosque Santa Lúcia

Localizado ao sul da sede do Município, na colônia Poço Branco, com entrada no km 15 da rodovia BR-163 (Santarém-Cuiabá), distante cerca de 19 Km do centro da cidade.
Possui uma área de 109 hectares, utilizada para caminhadas ecológicas, tendo como atrativo principal a floresta nativa de terra firme, destacando-se as espécies como Castanheira (Lecythidaceae - família), Cumaru (Diptervx odorata), Guaraná (Paullinia cupana), Cupuaçuzeiro (Theobroma grandiflorum), Copaibeira (Copaífera multijuga), Angelim (Hymenolobium modestum), dentre outras. O Bosque possui ainda placas indicativas das espécies em todo o percurso das trilhas.

Floresta Nacional do Tapajós

A Floresta Nacional do Tapajós está localizada na região central da Amazônia brasileira, a oeste do Estado do Pará, englobando áreas dos municípios de Rurópolis, Aveiro, Belterra, Placas. Sua sede administrativa está localizada na cidade de Santarém.
A FLONA do Tapajós, com uma área estimada em 600.000 ha, tem os seguintes limites geográficos: Norte - a reta que passa pelo marco 50 da rodovia Santarém-Cuiabá e pelo ponto de latitude 2º 45' S, à margem direita do rio Tapajós; Sul - rio Cupari e seu afluente Santa Cruz; Leste - a rodovia Santarém-Cuiabá; Oeste - rio Tapajós.
O acesso à FLONA pode ser por via terrestre, pela BR 163, e por via fluvial pelo rio Tapajós. Pode ainda ser feito por via aérea, em pequenas aeronaves, partindo-se de Santarém até as cidades de Rurópolis e Aveiro e, a partir destas, até a FLONA.
O ecossistema predominante é o de Floresta Tropical Densa, com árvores emergentes em relevo ondulado, platôs dissecados e áreas submontanas, ao sul. Ocorrem ainda áreas antrópicas com vegetação secundária, com e sem palmeiras, além de projetos agropecuários nas áreas ocupadas pelas comunidades que vivem no interior da FLONA.
Dentre os recursos naturais e culturais que se constituem em atrativos para os visitantes, destacam-se:
- A própria floresta tropical amazônica com sua exuberância;
- A fauna variada com inúmeras espécies de insetos, aves, mamíferos e outros animais;
- O rio Tapajós de águas claras e doce com praias de areias brancas;
- A grande malha hidrográfica ao sul, com pequenos e médios rios. Alguns deles possuem cachoeiras que oferecem oportunidades tanto esportivas quanto recreativas.
- As comunidades de pequenos colonos e pescadores que possuem hábitos puramente regionais, representando a cultura local.
- O artesanato de palha fabricado pelos comunitários da Flona do Tapajós.

Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns

A Reserva Tapajós-Arapiuns foi criada pelo Decreto Federal de 6 de novembro de 1998, e está localizada a oeste do município de Santarém e a noroeste do município de Aveiros, entre as coordenadas 55° e 56°20’ wgr. e 2° 11’s e 3° 39’s. Possui área de 647.610,74 ha.
O acesso à Reserva é o rio Tapajós, podendo-se acessar o rio Arapiuns e, em seguida, os rios Maró, Aruã e também o igarapé Mentai, os três últimos restritos a pequenas embarcações.
Por ser uma área bastante extensa e situar-se na região amazônica, a Reserva possui ricos complexos ecológicos, dotados de grande biodiversidade. Em seu interior apresentam-se diferentes grupos de vegetação, como:
- Floresta densa com palmeiras, apresentando uma ou duas espécies que se sobressaem no extrato arbóreo uniforme, entre 25 e 35m de altura;
- Floresta aberta com palmeiras e árvores dotadas de folhas largas, espaçadas e de altura bastante irregular, entre 10 e 25m; e
- Áreas que sofreram alguma ação humana, como desmatamento, queimada, exploração de minério ou de madeira.
A fauna é rica e diversificada, destacando-se peixes como o tambaqui (colossoma macropomum), jaraqui (Semaprochilodus insignis), pirarucu (Arapoima giges), dentre outros. Os mamíferos de pequeno porte estão representados pela anta (Tapirus terrestris), capivara (Hydrochoerus hydrochoeris), porco caititu (Tayassu tajacu), tamanduá-colete (Tamandua tetradactyla), tatu-canastra (Priodontes giganteus), veado-roxo (Mazana rondoni), onça-preta (Panthera onca), macaco-caiarara (Cebus albifrons) e boto-tucuxi (Sotalia fluviatilis).
A avifauna é representada pela ararajuba (Aratinga garouba), curicaca (Theristicus caudatus), gavião-real (Harpia harpyia), guará (Endocimus ruber), rouxinol (Icterus croconotes) e uirapuru (Chirosciphia Caudata).

Reserva Florestal do Palhão

Criada pelo governo do Estado, através do Decreto nº 6.063, de 03/05/68, está localizada no km 64 da rodovia Santarém/Curuá-Una, possuindo uma área total de 1.172,7351 hectares. Possui mata nativa bastante heterogênea, rica em espécies nobres como o pau amarelo (Euxylophora paraensis), maçaranduba (Manilkara huberi), cedro (Cedrela odorata), andiroba (Carapa guianensis), jatobá (Hymenaca courbari), angelim (Hymenolobium modestum) e outras. É rica também em espécies animais como veado (Cervus campestris), onça (Felidae - família), tatu (Dasypodidae - família), paca (Agouti paca), e diferentes variedades de macacos (Cebidae - família) e pássaros (papagaios - Amazona hawalli. , gavião -real - Harpia harpyia, tucano - Ramphastos tucanus cuvieri).

Cultura

Construçoes Históricas e Arquitetura

Antigo Teatro Vitória

O Teatro Vitória teve sua construção iniciada a 5 de maio de 1895, sendo inaugurado a 28 de junho de 1896. O autor da planta foi o engenheiro francês Maurice Blaise, sendo sua lotação de aproximadamente quinhentos espectadores. A obra do teatro foi feita graças ao Clube Dramático Santareno e, através de sócios amadores e contribuintes, a mesma foi sendo mantida.
Em 1917, na administração do intendente Oscar Barreto, o Teatro Vitória sofreu uma restauração ganhando novo mobiliário. Em 1925 e 1933, com o intendente Joaquim Braga e o prefeito Ildefonso Almeida, respectivamente, o Teatro voltou a ser restaurado sem contudo sofrer alterações em sua arquitetura original. Entretanto, em 1965, sob a alegação de suas más condições, o Teatro foi totalmente descaracterizado de suas formas originais e, desde então, passou a ser utilizado para outros fins, como Câmara Municipal e, atualmente, Secretaria Municipal de Educação e Desporto.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Está situada na Praça Monsenhor José Gregório, no centro da cidade.
A primeira Igreja de Nossa Senhora da Conceição foi construída em 1661, de taipa, no Largo do Pelourinho, onde era o centro da Vila, hoje Praça Rodrigues dos Santos. No centenário da fundação de Santarém, em 1761, deu-se início a construção de uma nova matriz. A edificação da igreja sofreu, ao longo do tempo, restaurações e modificações em sua arquitetura original.

Solar do Barão de Santarém

Localiza-se no centro da cidade, à Rua Senador Lameira Bittencourt., antiga Rua dos Mercadores, e pertenceu ao Barão de Santarém, título agraciado pelo Imperador D. Pedro II em 1871 ao Sr. Antônio Pinto Guimarães pelos relevantes serviços prestados à Província do Pará. Trata-se de um prédio da época colonial com 3 (três) pavimentos distintos, sendo que as instalações térreas destinavam-se ao comércio, e/ou aos aposentos de empregados, escravos e viajantes, cujo acesso à rua se dá através de seis portas simples e largas, além de uma porta principal. O segundo e terceiro pavimentos eram destinados aos aposentos do proprietário e de sua família. A fachada deste prédio descreve uma mistura de estilos. Sua cor original, como se pode ver atualmente, é amarela (ocre), com detalhes brancos, com portas e janelas verdes.

Solar do Barão de São Nicolau

Localiza-se no centro da cidade, à Av. Senador Lameira Bittencourt, situado ao lado do Solar do Barão de Santarém.
O prédio, pertenceu a um rico comerciante da época que se intitulava "Barão de São Nicolau" (talvez para demonstrar seu poder e importância econômica). Possui 2 (dois) pavimentos tendo o térreo, desde sua construção até os dias atuais, servido de comércio. Na frontaria do segundo andar, é vislumbrado entre os dois arcos das janelas um raro relógio de sol, sendo o único existente na cidade.

Fazendas

Fazenda Taperinha

Situada 80 km a leste de Santarém, é acessível por via fluvial. De Santarém, navega-se pelo rio Tapajós até à entrada do Lago Maicá, percorrendo toda a extensão até chegar no Paraná Ayayá, onde a fazenda está situada.
Recanto natural e monumento histórico-científico, a fazenda pertenceu ao Barão de Santarém, Antônio Pinto Guimarães, no século XIX, que tomou como sócio o imigrante americano Romulus J. Rhome. Sob a administração do Sr. Rhome, que passou a residir no local com sua família, a propriedade progrediu significativamente, destacando-se dentre as existentes no município. Fronteira à casa ficava o engenho, com moinhos movidos a vapor, novidade na época. Foi na Taperinha que se construiu o primeiro barco a vapor na Amazônia, que recebeu o mesmo nome da Fazenda.
O Sr. Rhome se dedicou a fazer pesquisas arqueológicas e, ao que se sabe, foi o primeiro a interessar-se por esse tipo de atividade em Santarém. Ele colecionava as estranhas figuras de barro que encontrava ou mandava desenterrar no sítio, como cabeças de urubu, galos com crista e barbela, machados de pedra, etc., e várias urnas exoticamente ornamentadas que continham ossos humanos calcinados. A coleção Rhome foi incorporada ao Museu do Rio de Janeiro, por intermédio do professor americano Charles Frederic Hartt que percorreu a região em viagens de estudo.
Em 1882, morre o Barão de Santarém. No ano seguinte a sociedade entre o Barão e o Sr. Rhome é desfeita, sendo que os herdeiros do Barão ficaram com o domínio da metade do engenho que pertencia ao Sr. Rhome, bem como os escravos da propriedade.
No ano de 1917 veio se estabelecer na propriedade o cientista alemão Godofredo Hagmann, onde instalou e administrou, juntamente com sua esposa Júlia Hagmann e, posteriormente, por sua filha Érica, a primeira estação meteorológica da Amazônia, cujo funcionamento se estendeu até a década de 70. À casa principal, com grandes salas, quartos e cozinha, o Sr. Hagmann anexou uma biblioteca.
Os sambaquis encontrados no local são bastante extensos e apresentam até 6,5m de espessura. Associadas aos depósitos de sambaquis ocorrem peças de cerâmica, cuja datação, efetuada pela pesquisadora Ana C. Roosevelt, do Field Museum of Chicago, revelou idades aproximadas de 8.000 anos, constituindo-se em uma das mais importantes descobertas arqueológicas da Amazônia, uma vez que representa a cerâmica mais antiga já encontrada nas Américas.
A propriedade pertence hoje aos descendentes do Sr. Hagmann.

Mirantes e Trilhas

Praça Mirante do Tapajós

Antiga Fortaleza do Tapajós, localiza-se em uma colina no centro da cidade,. A construção da Fortaleza, que deveria evitar a invasão de possíveis inimigos, teve seu início em 1693 pelo português Francisco da Costa Galvão. Com a morte de Galvão, as obras prosseguiram sob o comando de seu filho Manoel da Mota de Siqueira, sendo que sua inauguração ocorreu em 1697, embora não estivesse definitivamente concluída. Após várias restaurações, a última tentativa de recuperação do forte deu-se em 1867, ocasião em que o governo imperial enviou seis peças de artilharia, calibre 6, para serem instaladas no local. Como os trabalhos não foram concluídos, as peças permaneceram, por quase um século, no leito da atual rua Galdino Veloso. Atualmente, dois canhões encontram-se na Praça do Centenário, dois no Aeroporto e dois na Sede da Sudam. Hoje não é possível ver qualquer traço remanescente da Fortaleza, entretanto a praça representa um marco histórico importante de nosso município, além de propiciar uma visão privilegiada do encontro das águas. Junto à praça, encontra-se ainda o Colégio Frei Ambrósio, em que funciona a Instituição Educacional mais antiga da cidade, fundada em 03 de maio de 1900.

Serra de Piquiatuba

Com 158 metros de altura, localiza-se ao sul da cidade, estabelecendo uma delimitação física entre a área urbana e a zona rural do planalto. No alto desta serra fica instalado o 8º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro e o seu núcleo residencial militar. O acesso é através da BR 163 (Rodovia que liga Santarém/PA a Cuiabá/MT) em seu trecho com revestimento asfáltico e sinalização. Do mirante tem-se uma vista aérea parcial da cidade.

Monumentos

Crucifixo de Von Martius

Na Igreja de Nossa Senhora da Conceição encontra-se o famoso crucifixo do cientista alemão Karl Friedrich Philipp Von Martius.
Em 18 de setembro de 1819, Von Martius escapou de morrer num naufrágio, quando navegava pelo rio Amazonas, próximo a Santarém. Aquele dia foi decisivo na vida do cientista de língua alemã, nascido em 17 de abril de 1794 na cidade de Erlanger, na Baviera, que deixou um dos maiores estudos sobre a flora brasileira. Em agradecimento a Deus por ter sido salvo da morte, Von Martius mandou confeccionar um crucifixo de ferro fundido, com 1,62 metro de altura. O crucifixo, que ficou pronto em 1846, só chegou ao porto de Santarém em 1848 e difere dos demais por apresentar Jesus ainda vivo.
Karl Von Martius formou-se em Medicina, mas dedicou-se ao estudo das Ciências Naturais, especialmente Botânica e Zoologia. Membro da Academia Real de Ciências de Munique (Alemanha), veio ao Brasil integrando a comitiva da arquiduquesa Leopoldina, que se casou com D.Pedro I. Durante três anos (1817 a 1820), por determinação do rei Maximiliano José, da Baviera, ele viajou pelo país, acompanhado do Cientista Johann Baptist Von Spix, recolhendo amostras do solo e exemplares da fauna e da flora. Em parceria com Spix escreveu as obras "Viagem pelo Brasil" e "A Flora Brasileira", um verdadeiro tratado de botânica em 15 volumes, com 20.773 páginas e 3.811 gravuras.
De Santarém, Von Martius retornou à Europa, onde morreu a 13 de dezembro de 1868, na cidade de Munique

Museus

Centro Cultural João Fona

Localiza-se na praça Barão de Santarém, no centro da cidade. A construção deste prédio seguiu as plantas arquitetônicas do Major Engº Pereira Sales. Teve seu início em 1853, sendo concluído em 1867 e inaugurado em 1868.
No prédio funcionou o Fórum de Justiça de Santarém, Presídio, Intendência Municipal, Prefeitura Municipal e, atualmente, funciona o Centro Cultural João Fona, conhecido também como Museu de Santarém.
O estilo da casa é colonial brasileiro, embora tenha sofrido pequenas alterações em 1926 com o intendente Coronel Joaquim Braga.
Seu acervo dispõe de cerâmicas arqueológicas denominadas tapajônicas ou de Santarém, legado das populações indígenas que povoaram primitivamente a região. Há ainda objetos históricos como atas e móveis da Câmara de Santarém do século passado e galeria de prefeitos.

Museu de Arte Sacra

Localiza-se no centro da cidade a Trav. Siqueira Campos, nº 439, anexo a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Inaugurado em 22 de Junho de 2003 tem como objetivo primordial expor todo o acervo referente à arte religiosa católica existente em Santarém.
Com local climatizado e música ambiente o Museu dispõe de um acervo composto por 330 peças aproximadamente, entre imagens, indumentárias e quadros.
Horário de Funcionamento: Terça a Sábado e 08:00 às 11:30 hs.

Museu Dica Frazão

Localiza-se no centro da cidade, à Rua Floriano Peixoto, nº 281. O Museu foi inaugurado em 22 de junho de 1999, com o objetivo de expor as mais famosas peças artesanais confeccionadas pela artesã Dica Frazão.
Considerada a pioneira na utilização da raiz do patchuli no artesanato, Dica Frazão introduziu outros materiais da região, como palhas de tucum, de buriti e do açaizeiro, além da malva, juta, bambu, casca do taperebazeiro, cipó escada de jabuti, entrecascas de madeiras e sementes de melancia, melão, jerimum e pepino.
O acervo do Museu dispõe de mais de 150 peças do artesanato santareno, entre as quais, réplicas de trabalhos que hoje pertencem a rainha da Bélgica e ao Papa João Paulo II, além de outras peças que ganharam destaques nacionais.

Praças

Praça Barão de Santarém

Mais conhecida como Praça de São Sebastião. Seu primeiro nome foi Largo da Municipalidade, em virtude da construção do prédio da Câmara Municipal em 1853. O Largo da Municipalidade teve o seu nome mudado para Praça Barão de Santarém, conforme lei municipal. Atualmente, a praça apresenta harmoniosa estrutura com jardins, parques de diversões e frondosas mangueiras. A decoração da praça é feita com esculturas que imitam as principais formas de Vaso Cariátides e Gargalo, ídolos e, esculpidos em cada banco, a figura do Muiraquitã. Além de sua própria estrutura, a praça contém em sua área três das principais obras arquitetônicas de Santarém: Centro Cultural João Fona, a Igreja de São Sebastião e o Anfi-teatro Joaquim Toscano, onde são realizadas diversas manifestações culturais, formando-se assim um complexo de lazer público.

Praça do Centenário

Está localizada entre as avenidas 24 de Outubro e Silvério Sirotheau Corrêa, no bairro da Aldeia. Foi inaugurada em 24 de outubro de 1948, sendo seu projeto de construção do artista santareno Manoel Maria de Macêdo Gentil.
O "Largo do São Raimundo", como era chamado antigamente, tem em seu centro um índio que foi trabalhado por João Fona e, ao lado, uma estrofe do poema de "Castro Alves", que juntamente com dois canhões fazem a decoração da praça. Esses canhões pertenciam à "Fortaleza do Tapajós" e nunca foram utilizados, pois jamais chegaram a seu destino, ficando durante quase um século no leito da rua Galdino Veloso. A inauguração desta praça foi feita em comemoração ao primeiro centenário da elevação de Santarém à categoria de cidade.

Praça Rodrigues dos Santos

Essa praça foi o berço da história de Santarém, pois ali desembarcou o fundador da cidade Padre João Felipe Bettendorf, onde construiu a primeira capela de Nossa Senhora da Conceição. Era o centro da aldeia dos índios que a denominavam "Ocara Açu" que significa Praça Principal. Após a catequização dos índios pelos jesuítas a praça passou a ser chamada de "Tupana Ocara" que quer dizer "Praça de Deus". Muitas outras denominações foram dadas a ela, tais como: Largo do Pelourinho, Largo das Amendoeiras, Largo da Imperatriz, Largo do Teatro e outros, até chegar ao nome atual que foi dado em homenagem ao ilustre santareno, Doutor Manoel Waldomiro Rodrigues dos Santos. A sua estrutura está montada em cima de um cemitério humano de grande valor arqueológico.

Ecoturismo

Cachoeiras, Saltos e Cascatas

Cachoeira do Aruã

Está localizada no alto curso do rio Arapiuns, distante cerca de 100 km de sua foz. O acesso à cachoeira é efetuado exclusivamente por via fluvial, em cerca de 10 horas, a partir de Santarém.
A cachoeira é dividida em duas quedas d' água, separadas por uma pequena ilha coberta de vegetação. Próximo à cachoeira encontra-se a vila de Aruã. No local, além do banho de rio, pode ser praticada a canoagem, o turismo contemplativo e a caminhada ecológica.
Além da Cachoeira do Aruã, podem ser destacadas as corredeiras do Palhão, no rio Curuá-Una, e do Maró, na região do Arapiuns.

Fazendas

Fazenda Taperinha

Situada 80 km a leste de Santarém, é acessível por via fluvial. De Santarém, navega-se pelo rio Tapajós até à entrada do Lago Maicá, percorrendo toda a extensão até chegar no Paraná Ayayá, onde a fazenda está situada.
Recanto natural e monumento histórico-científico, a fazenda pertenceu ao Barão de Santarém, Antônio Pinto Guimarães, no século XIX, que tomou como sócio o imigrante americano Romulus J. Rhome. Sob a administração do Sr. Rhome, que passou a residir no local com sua família, a propriedade progrediu significativamente, destacando-se dentre as existentes no município. Fronteira à casa ficava o engenho, com moinhos movidos a vapor, novidade na época. Foi na Taperinha que se construiu o primeiro barco a vapor na Amazônia, que recebeu o mesmo nome da Fazenda.
O Sr. Rhome se dedicou a fazer pesquisas arqueológicas e, ao que se sabe, foi o primeiro a interessar-se por esse tipo de atividade em Santarém. Ele colecionava as estranhas figuras de barro que encontrava ou mandava desenterrar no sítio, como cabeças de urubu, galos com crista e barbela, machados de pedra, etc., e várias urnas exoticamente ornamentadas que continham ossos humanos calcinados. A coleção Rhome foi incorporada ao Museu do Rio de Janeiro, por intermédio do professor americano Charles Frederic Hartt que percorreu a região em viagens de estudo.
Em 1882, morre o Barão de Santarém. No ano seguinte a sociedade entre o Barão e o Sr. Rhome é desfeita, sendo que os herdeiros do Barão ficaram com o domínio da metade do engenho que pertencia ao Sr. Rhome, bem como os escravos da propriedade.
No ano de 1917 veio se estabelecer na propriedade o cientista alemão Godofredo Hagmann, onde instalou e administrou, juntamente com sua esposa Júlia Hagmann e, posteriormente, por sua filha Érica, a primeira estação meteorológica da Amazônia, cujo funcionamento se estendeu até a década de 70. À casa principal, com grandes salas, quartos e cozinha, o Sr. Hagmann anexou uma biblioteca.
Os sambaquis encontrados no local são bastante extensos e apresentam até 6,5m de espessura. Associadas aos depósitos de sambaquis ocorrem peças de cerâmica, cuja datação, efetuada pela pesquisadora Ana C. Roosevelt, do Field Museum of Chicago, revelou idades aproximadas de 8.000 anos, constituindo-se em uma das mais importantes descobertas arqueológicas da Amazônia, uma vez que representa a cerâmica mais antiga já encontrada nas Américas.
A propriedade pertence hoje aos descendentes do Sr. Hagmann.

Ilhas

Ilha de Água Preta

Está localizada ao norte de Santarém, distante 27 km em linha reta. O acesso é efetuado por via fluvial, através do rio Amazonas, num tempo aproximado de 3 horas (em barco motor), durante o período de inverno. No verão, o acesso é por via fluvial, até a Vila de Aritapera e daí, por via terrestre, chega-se à Vila de Água Preta próximo à Ilha homônima.
Durante o verão pode ser observada com maior freqüência uma grande variedade de pássaros como garças (Ardeidae - família), socós( Tigrisoma - família), jaçanãs (Jacana jacana), e papagaios (Amazona sp.), além dos tabuleiros de quelônios (pitiús -Popocnemis sexiuperculata - e tracajás - Popocnemis unifilis).
Outras atrações da ilha, tanto no período do inverno como do verão, são os jacarés (Aligatorídeos - família) e macacos (Cebidae - família)
Roedores como capivaras (Hidrochaeris hidrochaeris) podem ser observados no período do inverno.

Ilha de São Miguel

Situada a nordeste da sede do município, distante cerca de 42 km (4 horas de barco-motor), através do rio Amazonas.
A ilha de São Miguel é uma das áreas mais importantes para a desova de quelônios na região da Amazônia Central. As espécies que usam as praias da ilha para desovar são a tartaruga da Amazônia (Popocnemis expansa), o tracajá (Popocnemis unifilis) e o pitiú ( Popocnemis sexiuperculata).
Além do tabuleiro de quelônios, outra atração da ilha é a observação de pássaros.

Lagos e Lagoas

Lago do Tapari

Localiza-se na margem direita do rio Tapajós, próximo à praia de Ponta de Pedras. A distância do centro da cidade de Santarém até a entrada da estrada que dá acesso ao Lago é de aproximadamente 23 km, sendo que este acesso se dá pelas rodovias Fernando Guilhon e Everaldo Martins, ambas pavimentadas. Em seguida, continua por uma estrada não pavimentada, com extensão de 12 km. O acesso também pode ser efetuado por via fluvial, através do rio Tapajós.
O lago do Tapari apresenta grande beleza cênica, praia de areias brancas e finas e água cristalina. O local é um verdadeiro cenário de beleza natural.

Lago Grande do Curuai

Está situado a noroeste da cidade de Santarém, constituindo um imenso lago que abrange três (03) municípios. A distância da sede municipal até o início do lago, através do rio Amazonas, é de aproximadamente 60km, sendo percorrida em cerca de 3 horas, por barco-motor.
O acesso também pode ser efetuado utilizando transporte intermodal, combinando o deslocamento por via fluvial, de Santarém até a comunidade do Patacho, na margem direita do rio Amazonas, próximo a entrada do lago, a partir daí, por via rodoviária, através da PA-257 (Translago), que liga Santarém ao município de Juruti.
Caracteriza-se por apresentar regiões de várzea, rica em peixes, pássaros e flora, além de regiões de terra firme que constituem campos naturais. O lago Grande do Curuai sobressai-se, também, por apresentar inúmeras comunidades que se destacam na fabricação de artesanatos em madeira e palha.

Lago Maicá

Localizado a leste da sede do município, inicia no rio Amazonas e estende-se até o paraná do Ituqui, distante aproximadamente 5 km de Santarém (cerca de 20 minutos, em barco-motor), através do rio Amazonas.
É um canal natural ligado a um sistema de lagos, mostrando em toda a sua extensão a flora e a fauna típicas da várzea amazônica. Uma grande quantidade de pássaros pode ser observada em toda a extensão do lago.

Lago Mapiri e Papucu

Os lagos Mapiri e Papucu, localizados na área urbana da cidade de Santarém destacam-se pela beleza natural e por serem considerados criatórios naturais de diversas espécies de peixes da Amazônia, como o tucunaré e o jaraqui, além do charuto, acaratinga e aracu, dentre outros.
Além de serem locais para a pesca, os Lagos também se caracterizam por serem atrativos naturais, ideais à prática da atividade turística. Por suas belezas cênicas e privilegiada localização vêm despontando como áreas propícias às atividades de lazer.

Lago Verde ou dos Muiraquitãs

Situado na vila de Alter do Chão, o Lago tem uma peculiar forma de V, com o vértice voltado para o rio Tapajós, apresentando-se cercado por belíssimas praias de areias brancas, durante o período de maior estiagem (agosto a novembro). No auge do verão, o lago Verde fica quase totalmente separado do rio Tapajós, por meio de uma imensa barra fluvial (cerca de 1 km de extensão), denominada de "ilha" pelos habitantes da região.
O acesso, a partir de Santarém, pode ser efetuado por via fluvial, através do rio Tapajós, num tempo aproximado de 3 horas; por via terrestre, utiliza-se a rodovia PA-457, num percurso de 30 km.

Mirantes e Trilhas

Praça Mirante do Tapajós

Antiga Fortaleza do Tapajós, localiza-se em uma colina no centro da cidade,. A construção da Fortaleza, que deveria evitar a invasão de possíveis inimigos, teve seu início em 1693 pelo português Francisco da Costa Galvão. Com a morte de Galvão, as obras prosseguiram sob o comando de seu filho Manoel da Mota de Siqueira, sendo que sua inauguração ocorreu em 1697, embora não estivesse definitivamente concluída. Após várias restaurações, a última tentativa de recuperação do forte deu-se em 1867, ocasião em que o governo imperial enviou seis peças de artilharia, calibre 6, para serem instaladas no local. Como os trabalhos não foram concluídos, as peças permaneceram, por quase um século, no leito da atual rua Galdino Veloso. Atualmente, dois canhões encontram-se na Praça do Centenário, dois no Aeroporto e dois na Sede da Sudam. Hoje não é possível ver qualquer traço remanescente da Fortaleza, entretanto a praça representa um marco histórico importante de nosso município, além de propiciar uma visão privilegiada do encontro das águas. Junto à praça, encontra-se ainda o Colégio Frei Ambrósio, em que funciona a Instituição Educacional mais antiga da cidade, fundada em 03 de maio de 1900.

Serra de Piquiatuba

Com 158 metros de altura, localiza-se ao sul da cidade, estabelecendo uma delimitação física entre a área urbana e a zona rural do planalto. No alto desta serra fica instalado o 8º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro e o seu núcleo residencial militar. O acesso é através da BR 163 (Rodovia que liga Santarém/PA a Cuiabá/MT) em seu trecho com revestimento asfáltico e sinalização. Do mirante tem-se uma vista aérea parcial da cidade.

Praias

Alter do Chão

Fundada no dia 06/03/1626, pelo português Pedro Teixeira, foi elevada a categoria de Vila por Francisco Xavier de Mendonça Furtado no dia 06/03/1758.
Localizada na margem direita do Tapajós, distante cerca de 30 km de Santarém, por estrada pavimentada (PA-457). O acesso por via fluvial leva cerca de 3 horas, através do rio Tapajós.
Em Alter do Chão existem belas praias de areias brancas, banhadas pelas águas transparentes do rio Tapajós. A beleza dessas praias se associa ao lendário Lago Verde ou Lago dos Muiraquitãs.
A vila de Alter do Chão não oferece apenas atrativos naturais, mas também a tradicional Festa do Sairé, conhecida por apresentar uma mistura de elementos religiosos e profanos, com grande participação popular.
Na Vila, existem ainda, áreas para caminhadas ecológicas e áreas com a presença de botos, bem como uma rica e tradicional produção artesanal.
Para atender seus visitantes, a Vila dispõe de infra-estrutura turística e de apoio como: postos telefônicos e de saúde, pousadas, restaurantes e lojas de artesanato.
Por suas características peculiares e seus atrativos naturais e culturais, Alter do Chão recebe atualmente um elevado número de turistas e navios de cruzeiros marítimos que demandam o rio Amazonas. Por esta razão, a referida vila é importante pólo turístico da região.

Arariá

Situada a noroeste da cidade, nas proximidades do aeroporto, a praia de Arariá é acessível somente por via fluvial. É formada pelo rio Tapajós e não dispõe de infra-estrutura para receber visitantes.

Carapanari

Localiza-se entre as praias de Pajuçara e Jutuba. Seu acesso pode ser feito através de via fluvial e não dispõe de infra-estrutura para receber visitantes.

Jutuba

É por via fluvial que se pode chegar à praia de Jutuba. A mesma não possui infra-estrutura turística.

Maracanã

Distante cerca de 6 km por via terrestre, estrada totalmente pavimentada e sinalizada, Maracanã é uma das praias mais próximas da cidade. Seu acesso pode ser feito também por via fluvial. Para atender seus visitantes, a praia do Maracanã dispõe de barracas para refeições.

Maria José

Atualmente, devido à construção do Aeroporto de Santarém, o acesso por via terrestre foi interditado, limitando-se à via fluvial. Situa-se entre as praias do Juá e Arariá, não dispondo de infra-estrutura para receber visitantes.

Pajuçara

Seu acesso é feito por via terrestre, pela Rodovia Fernando Guilhon, passando por propriedades particulares, não havendo impedimentos para tal. O acesso também pode ser feito por via fluvial.

Ponta de Pedras

A distância do centro da cidade de Santarém até a entrada da praia, por via terrestre, é de aproximadamente 23 km, sendo que o acesso se dá pelas rodovias Fernando Guilhon e Everaldo Martins, ambas pavimentadas. Em seguida, continua por uma estrada não pavimentada, com extensão de 12 km. O acesso também pode ser efetuado por via fluvial, através do rio Tapajós.
A praia de Ponta de Pedras apresenta grande beleza cênica, destacando suas formações rochosas (beach rock) e a presença de vegetação próxima às margens. Oferece aos seus visitantes barracas para a venda de alimentos e bebidas.

Ponta do Cururu

Localiza-se na margem direita do rio Tapajós, às proximidades da vila de Alter do Chão, não dispondo de infra-estrutura turística.

Salvação

É por via fluvial, pelo rio Tapajós, que se pode chegar até a praia da Salvação. O acesso é possível também por via terrestre, mediante autorização dos proprietários das terras que margeiam a praia. Limita-se com a praia do Juá, oferecendo uma atração a mais para os banhistas.

Reservas

Área de Proteção Ambiental – Apa Alter-do-Chão

A APA Alter-do-chão foi criada pelo Decreto Lei Nº 17.771 de 02 de Julho de 2003 e compreende uma área de 16.180 ha. É parte integrante da Gleba Mojuí dos Campos com o seguinte memorial descritivo: o limite sul coincide com a divisa entre os Municípios de Santarém e Belterra, partindo do ponto PD-10, situado às margens do lago Jurutuí, à foz do igarapé Jurutuí de coordenadas geográficas aproximadas: latitude 02º32’58”S e logintude 54º58’08”Wgr e no limite norte coincide com à margem direita do rio Tapajós no ponto PD -01, de coordenadas geográficas aproximadas: latitude 02º32’58”S e longitude 54º58’08” Wgr, totalizando um perímetro aproximado de 67.393,10m.
A Área de Proteção Ambiental de Alter-do-Chão tem por objetivo ordenar a ocupação das terras de modo a promover a proteção da diversidade biológica, dos recursos hídricos, do patrimônio natural, com vistas a assegurar o caráter sustentável da ação antrópica na região.

Bosque Santa Lúcia

Localizado ao sul da sede do Município, na colônia Poço Branco, com entrada no km 15 da rodovia BR-163 (Santarém-Cuiabá), distante cerca de 19 Km do centro da cidade.
Possui uma área de 109 hectares, utilizada para caminhadas ecológicas, tendo como atrativo principal a floresta nativa de terra firme, destacando-se as espécies como Castanheira (Lecythidaceae - família), Cumaru (Diptervx odorata), Guaraná (Paullinia cupana), Cupuaçuzeiro (Theobroma grandiflorum), Copaibeira (Copaífera multijuga), Angelim (Hymenolobium modestum), dentre outras. O Bosque possui ainda placas indicativas das espécies em todo o percurso das trilhas.

Floresta Nacional do Tapajós

A Floresta Nacional do Tapajós está localizada na região central da Amazônia brasileira, a oeste do Estado do Pará, englobando áreas dos municípios de Rurópolis, Aveiro, Belterra, Placas. Sua sede administrativa está localizada na cidade de Santarém.
A FLONA do Tapajós, com uma área estimada em 600.000 ha, tem os seguintes limites geográficos: Norte - a reta que passa pelo marco 50 da rodovia Santarém-Cuiabá e pelo ponto de latitude 2º 45' S, à margem direita do rio Tapajós; Sul - rio Cupari e seu afluente Santa Cruz; Leste - a rodovia Santarém-Cuiabá; Oeste - rio Tapajós.
O acesso à FLONA pode ser por via terrestre, pela BR 163, e por via fluvial pelo rio Tapajós. Pode ainda ser feito por via aérea, em pequenas aeronaves, partindo-se de Santarém até as cidades de Rurópolis e Aveiro e, a partir destas, até a FLONA.
O ecossistema predominante é o de Floresta Tropical Densa, com árvores emergentes em relevo ondulado, platôs dissecados e áreas submontanas, ao sul. Ocorrem ainda áreas antrópicas com vegetação secundária, com e sem palmeiras, além de projetos agropecuários nas áreas ocupadas pelas comunidades que vivem no interior da FLONA.
Dentre os recursos naturais e culturais que se constituem em atrativos para os visitantes, destacam-se:
- A própria floresta tropical amazônica com sua exuberância;
- A fauna variada com inúmeras espécies de insetos, aves, mamíferos e outros animais;
- O rio Tapajós de águas claras e doce com praias de areias brancas;
- A grande malha hidrográfica ao sul, com pequenos e médios rios. Alguns deles possuem cachoeiras que oferecem oportunidades tanto esportivas quanto recreativas.
- As comunidades de pequenos colonos e pescadores que possuem hábitos puramente regionais, representando a cultura local.
- O artesanato de palha fabricado pelos comunitários da Flona do Tapajós.

Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns

A Reserva Tapajós-Arapiuns foi criada pelo Decreto Federal de 6 de novembro de 1998, e está localizada a oeste do município de Santarém e a noroeste do município de Aveiros, entre as coordenadas 55° e 56°20’ wgr. e 2° 11’s e 3° 39’s. Possui área de 647.610,74 ha.
O acesso à Reserva é o rio Tapajós, podendo-se acessar o rio Arapiuns e, em seguida, os rios Maró, Aruã e também o igarapé Mentai, os três últimos restritos a pequenas embarcações.
Por ser uma área bastante extensa e situar-se na região amazônica, a Reserva possui ricos complexos ecológicos, dotados de grande biodiversidade. Em seu interior apresentam-se diferentes grupos de vegetação, como:
- Floresta densa com palmeiras, apresentando uma ou duas espécies que se sobressaem no extrato arbóreo uniforme, entre 25 e 35m de altura;
- Floresta aberta com palmeiras e árvores dotadas de folhas largas, espaçadas e de altura bastante irregular, entre 10 e 25m; e
- Áreas que sofreram alguma ação humana, como desmatamento, queimada, exploração de minério ou de madeira.
A fauna é rica e diversificada, destacando-se peixes como o tambaqui (colossoma macropomum), jaraqui (Semaprochilodus insignis), pirarucu (Arapoima giges), dentre outros. Os mamíferos de pequeno porte estão representados pela anta (Tapirus terrestris), capivara (Hydrochoerus hydrochoeris), porco caititu (Tayassu tajacu), tamanduá-colete (Tamandua tetradactyla), tatu-canastra (Priodontes giganteus), veado-roxo (Mazana rondoni), onça-preta (Panthera onca), macaco-caiarara (Cebus albifrons) e boto-tucuxi (Sotalia fluviatilis).
A avifauna é representada pela ararajuba (Aratinga garouba), curicaca (Theristicus caudatus), gavião-real (Harpia harpyia), guará (Endocimus ruber), rouxinol (Icterus croconotes) e uirapuru (Chirosciphia Caudata).

Reserva Florestal do Palhão

Criada pelo governo do Estado, através do Decreto nº 6.063, de 03/05/68, está localizada no km 64 da rodovia Santarém/Curuá-Una, possuindo uma área total de 1.172,7351 hectares. Possui mata nativa bastante heterogênea, rica em espécies nobres como o pau amarelo (Euxylophora paraensis), maçaranduba (Manilkara huberi), cedro (Cedrela odorata), andiroba (Carapa guianensis), jatobá (Hymenaca courbari), angelim (Hymenolobium modestum) e outras. É rica também em espécies animais como veado (Cervus campestris), onça (Felidae - família), tatu (Dasypodidae - família), paca (Agouti paca), e diferentes variedades de macacos (Cebidae - família) e pássaros (papagaios - Amazona hawalli. , gavião -real - Harpia harpyia, tucano - Ramphastos tucanus cuvieri).

Rios e Corredeiras

Canal do Jari

Está localizado a noroeste da cidade de Santarém, distante cerca de 23 km (2 horas de barco motor).
Representa uma região de grande beleza natural, através da qual as águas barrentas do Amazonas são lançadas de encontro às águas esverdeadas do Tapajós, compondo um cenário exótico, com um ecossistema próprio.
Ao longo do canal podem ser observadas vitórias-régias (Ninfeáceas - família) e áreas propícias à pesca artesanal, além dos garçais (lago das garças).
Na área de influência do Canal do Jari estão situadas as comunidades de Arapixuna e Carariacá, as quais, além das festas folclóricas, destacam-se pela prática do artesanato.

Encontro das Águas

Trata-se de um dos mais belos espetáculos proporcionados pela natureza, em toda a região amazônica, quando as águas ocre-argilosas do rio Amazonas e as verde-azuladas do rio Tapajós correm paralelamente por alguns quilômetros, sem se misturarem. Os fatores que contribuem para este fenômeno são: densidade, temperatura e velocidade. Esse espetáculo pode ser observado diariamente, a partir da orla fluvial de Santarém.

Igarapé-Açu

Localiza-se em frente à cidade de Santarém, distante cerca de 2km, podendo ser atingido através de barco-motor, em 15 minutos.
Constitui, na realidade, um pequeno canal do rio Amazonas, de beleza singular, onde podem ser observadas a fauna e a flora típicas da região, representadas por socós (Tigrisoma - família), garças (Ardeidae - família), jaçanãs (Jacana jacana), além de plantas aquáticas, como murerus (Eichornia Crassipes), responsáveis pela filtração da água. Além disso, há a possibilidade de fazer a focagem de jacarés (Aligatorídeos - família) durante à noite.

Rio Amazonas

Nasce a 5.300 metros de altitude, na montanha Nevado Mismi nos Andes peruanos. Já é reconhecido pela National Geographic Society e pelo Instituto de Pesquisas Espaciais de São José dos Campos, São Paulo (INPE), como o maior rio do mundo, tanto em extensão - com 6.885 km, 214 km a mais que o rio Nilo, que era considerado o mais extenso - como em volume d'água, pois despeja no mar cerca de 200.000 m³/seg de água. Até chegar à denominação de Amazonas, o rio é chamado de Apurimac, Ucayali e Solimões. Típico rio de planície, o Amazonas tem seu curso em três países - Peru, Colômbia e Brasil - cortando o Pará no sentido Oeste-Leste. No território paraense ele recebe vários dos seus 1.100 afluentes, como Tapajós e Xingu, pela margem direita; Nhamundá, Trombetas, Paru e Jari pela margem esquerda, dentre outros.
A largura do rio Amazonas é bastante variável, com um mínimo de 1,9 km, em frente a cidade de Óbidos (PA) - (garganta do Amazonas), e um máximo de quase 50 km, às proximidades de Parintins (AM) e em frente a Santarém. A correnteza varia de 2.000 m/h, durante a estiagem, até 4.500 m/h, durante o período das enchentes, enquanto que a vazão varia entre 200.000 m³/seg a 240.000 m³/seg, lançando no oceano Atlântico, por ano, mais de 160 milhões de toneladas de materiais em suspensão. Sua maior profundidade está registrada em frente a Óbidos, onde alcança até 130 m, enquanto no restante do seu curso oscila entre 50 m a 80 m.
O rio Amazonas corta o município de Santarém no sentido de oeste para leste, numa extensão aproximada de 110 km. Em frente à cidade, ao encontrar-se com o rio Tapajós, seu afluente de águas azul-esverdeadas, provoca o fenômeno conhecido como "encontro das águas", que devido as diferenças de densidade, temperatura e velocidade não se misturam.

Rio Arapiuns

Afluente da margem esquerda do Tapajós, recebe essa denominação a partir da cachoeira do Aruã, em direção à foz. Acima da cachoeira, o Arapiuns passa a ser denominado rio Aruã, recebendo como afluente da margem esquerda o rio Branco. Abaixo, recebe o rio Maró pela margem direita.
O rio Arapiuns é o único navegável durante o ano inteiro, sendo que no período de estiagem a navegação fica restrita às embarcações de pequeno porte, às proximidades e à montante da cachoeira do Aruã. A largura máxima do referido rio é estimada em 7 km, próxima a sua desembocadura, tornando-se bastante estreito acima da cachoeira.
No período de verão surgem nas margens do Arapiuns inúmeras praias de areias brancas e finas, contrastando com suas águas cristalinas e azuladas, dentre essas, destacam-se a Ponta do Icuxi e a Ponta Grande. Essas características são devido a natureza arenosa dos terrenos ao longo do seu curso e a pequena quantidade de material que o mesmo transporta em suspensão.

Rio Curuá-Una

Afluente da margem direita do Amazonas, tem uma característica peculiar, marcada pela presença de três (3) ecossistemas amazônicos, definidos pelas áreas alagadas denominadas igapós (fora dos limites de Santarém), as áreas intermediárias ou flancos e as áreas elevadas ou de terra firme. O rio Curuá-Una tem grande significado econômico para Santarém, pois nele está localizada a hidrelétrica de Curuá-Una, na cachoeira do Palhão, aproximadamente 72 km de distância da sede do Município.

Rio Tapajós

Afluente da margem direita do rio Amazonas, nasce do encontro dos rios Juruena e São Manuel (também conhecido como Teles Pires), na divisa dos Estados do Pará, Amazonas e Mato Grosso.
O rio Tapajós é o principal curso d'água do município, cortando a porção central da região, de sul para norte, numa extensão de 132 km, até desaguar no Amazonas, em frente à cidade de Santarém. Durante esse percurso, o Tapajós atinge a largura de 19 km (em frente a Aramanaí - Município de Belterra). Com suas águas de coloração esverdeada, o referido rio, durante o período de verão, deixa à mostra quase 100 km lineares de praias, ao longo de ambas as margens, constituindo-se em atrações turísticas.

Serras

Morro de Alter do Chão (Serra Piroca)

Localiza-se na vila de Alter do Chão. Em seu cume existiu uma cruz que simbolizava a chegada dos colonizadores na região.

Esportes

Praças

Praça Barão de Santarém

Mais conhecida como Praça de São Sebastião. Seu primeiro nome foi Largo da Municipalidade, em virtude da construção do prédio da Câmara Municipal em 1853. O Largo da Municipalidade teve o seu nome mudado para Praça Barão de Santarém, conforme lei municipal. Atualmente, a praça apresenta harmoniosa estrutura com jardins, parques de diversões e frondosas mangueiras. A decoração da praça é feita com esculturas que imitam as principais formas de Vaso Cariátides e Gargalo, ídolos e, esculpidos em cada banco, a figura do Muiraquitã. Além de sua própria estrutura, a praça contém em sua área três das principais obras arquitetônicas de Santarém: Centro Cultural João Fona, a Igreja de São Sebastião e o Anfi-teatro Joaquim Toscano, onde são realizadas diversas manifestações culturais, formando-se assim um complexo de lazer público.

Praça do Centenário

Está localizada entre as avenidas 24 de Outubro e Silvério Sirotheau Corrêa, no bairro da Aldeia. Foi inaugurada em 24 de outubro de 1948, sendo seu projeto de construção do artista santareno Manoel Maria de Macêdo Gentil.
O "Largo do São Raimundo", como era chamado antigamente, tem em seu centro um índio que foi trabalhado por João Fona e, ao lado, uma estrofe do poema de "Castro Alves", que juntamente com dois canhões fazem a decoração da praça. Esses canhões pertenciam à "Fortaleza do Tapajós" e nunca foram utilizados, pois jamais chegaram a seu destino, ficando durante quase um século no leito da rua Galdino Veloso. A inauguração desta praça foi feita em comemoração ao primeiro centenário da elevação de Santarém à categoria de cidade.

Praça Rodrigues dos Santos

Essa praça foi o berço da história de Santarém, pois ali desembarcou o fundador da cidade Padre João Felipe Bettendorf, onde construiu a primeira capela de Nossa Senhora da Conceição. Era o centro da aldeia dos índios que a denominavam "Ocara Açu" que significa Praça Principal. Após a catequização dos índios pelos jesuítas a praça passou a ser chamada de "Tupana Ocara" que quer dizer "Praça de Deus". Muitas outras denominações foram dadas a ela, tais como: Largo do Pelourinho, Largo das Amendoeiras, Largo da Imperatriz, Largo do Teatro e outros, até chegar ao nome atual que foi dado em homenagem ao ilustre santareno, Doutor Manoel Waldomiro Rodrigues dos Santos. A sua estrutura está montada em cima de um cemitério humano de grande valor arqueológico.

Sol e Praia

Praias

Alter do Chão

Fundada no dia 06/03/1626, pelo português Pedro Teixeira, foi elevada a categoria de Vila por Francisco Xavier de Mendonça Furtado no dia 06/03/1758.
Localizada na margem direita do Tapajós, distante cerca de 30 km de Santarém, por estrada pavimentada (PA-457). O acesso por via fluvial leva cerca de 3 horas, através do rio Tapajós.
Em Alter do Chão existem belas praias de areias brancas, banhadas pelas águas transparentes do rio Tapajós. A beleza dessas praias se associa ao lendário Lago Verde ou Lago dos Muiraquitãs.
A vila de Alter do Chão não oferece apenas atrativos naturais, mas também a tradicional Festa do Sairé, conhecida por apresentar uma mistura de elementos religiosos e profanos, com grande participação popular.
Na Vila, existem ainda, áreas para caminhadas ecológicas e áreas com a presença de botos, bem como uma rica e tradicional produção artesanal.
Para atender seus visitantes, a Vila dispõe de infra-estrutura turística e de apoio como: postos telefônicos e de saúde, pousadas, restaurantes e lojas de artesanato.
Por suas características peculiares e seus atrativos naturais e culturais, Alter do Chão recebe atualmente um elevado número de turistas e navios de cruzeiros marítimos que demandam o rio Amazonas. Por esta razão, a referida vila é importante pólo turístico da região.

Arariá

Situada a noroeste da cidade, nas proximidades do aeroporto, a praia de Arariá é acessível somente por via fluvial. É formada pelo rio Tapajós e não dispõe de infra-estrutura para receber visitantes.

Carapanari

Localiza-se entre as praias de Pajuçara e Jutuba. Seu acesso pode ser feito através de via fluvial e não dispõe de infra-estrutura para receber visitantes.

Jutuba

É por via fluvial que se pode chegar à praia de Jutuba. A mesma não possui infra-estrutura turística.

Maracanã

Distante cerca de 6 km por via terrestre, estrada totalmente pavimentada e sinalizada, Maracanã é uma das praias mais próximas da cidade. Seu acesso pode ser feito também por via fluvial. Para atender seus visitantes, a praia do Maracanã dispõe de barracas para refeições.

Maria José

Atualmente, devido à construção do Aeroporto de Santarém, o acesso por via terrestre foi interditado, limitando-se à via fluvial. Situa-se entre as praias do Juá e Arariá, não dispondo de infra-estrutura para receber visitantes.

Pajuçara

Seu acesso é feito por via terrestre, pela Rodovia Fernando Guilhon, passando por propriedades particulares, não havendo impedimentos para tal. O acesso também pode ser feito por via fluvial.

Ponta de Pedras

A distância do centro da cidade de Santarém até a entrada da praia, por via terrestre, é de aproximadamente 23 km, sendo que o acesso se dá pelas rodovias Fernando Guilhon e Everaldo Martins, ambas pavimentadas. Em seguida, continua por uma estrada não pavimentada, com extensão de 12 km. O acesso também pode ser efetuado por via fluvial, através do rio Tapajós.
A praia de Ponta de Pedras apresenta grande beleza cênica, destacando suas formações rochosas (beach rock) e a presença de vegetação próxima às margens. Oferece aos seus visitantes barracas para a venda de alimentos e bebidas.

Ponta do Cururu

Localiza-se na margem direita do rio Tapajós, às proximidades da vila de Alter do Chão, não dispondo de infra-estrutura turística.

Salvação

É por via fluvial, pelo rio Tapajós, que se pode chegar até a praia da Salvação. O acesso é possível também por via terrestre, mediante autorização dos proprietários das terras que margeiam a praia. Limita-se com a praia do Juá, oferecendo uma atração a mais para os banhistas.